A Imigração no Brasil, por Rafael e Rodrigo

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A expansão das fazendas de café trouxe riquezas para os fazendeiros e estabilidade política ao Império, mas ajudou também a destruir parte da Mata Atlântica. Pesquisem para saber quanto resta da Mata Atlântica hoje. Em seguida debatam o assunto e deem sugestões para a restauração e preservação dessa mata.

em 2 de dezembro de 2011

Desde o início da colonização portuguesa no Brasil, a Mata Atlântica sofreu demasiadamente e passou a ter iminente risco de dizimação, uma vez que a principal atividade portuguesa em nosso território era a extração de pau-brasil, a árvore que deu origem ao nome da sétima maior economia do mundo.
A proximidade do litoral — a mata atlântica se extende justamente próxima às praias brasileiras, do Oiapoque ao Chuí — fez da mata atlântica vulnerável e suscetível ao desmatamento da região que justamente se desevolveu ao máximo.
E assim se sucedeu.
Durante séculos, a mata atlântica foi aos poucos devastada, deixando apenas sombras do passado. Com a modernização do país e o crescimento significativo das cidades e fazendas, o desmatamento chegou a um ponto mais íngreme, ao passo que hoje pouco mais de 7% resta da vegetação que antes era abundante por essas terras.
Para evitar a completa dizimação desse bioma, é preciso comover e fazer o povo perceber os males que fazem para todo o meio-ambiente desmatando as florestas restantes.

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